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“A entrada de Kiev na União Europeia é uma necessidade histórica.”

“A entrada de Kiev na União Europeia é uma necessidade histórica.”

Shoigu: “Kiev perdeu 15.000 homens em um mês”

O exército ucraniano “perdeu mais de 15.000 homens” no último mês de combates “apesar da ajuda militar sem precedentes” que recebeu dos aliados de Kiev. A afirmação é do ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, em declarações à agência russa Interfax. “Apesar da ajuda militar sem precedentes dos países ocidentais, o inimigo está sofrendo perdas significativas – só no último mês perdeu mais de 15.000 unidades”, disse Shoigu. Ele acrescentou que, nas últimas semanas, as forças russas destruíram oito aeronaves, 277 drones, 430 tanques e outros veículos blindados, além de 225 peças de artilharia e morteiros.

“Continuamos eliminando as armas fornecidas pelo Ocidente”, disse o ministro da Defesa russo. Segundo o boletim diário do Estado-Maior ucraniano, mais de 191.000 soldados russos foram mortos desde o início da invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022. Os últimos números confirmados por Moscou datam de setembro passado, quando Shoigu falou em 5.937 mortes militares.

Bombas russas na região de Kharkiv

Uma mulher ficou ferida hoje como resultado do bombardeio russo na região de Kharkiv, no leste da Ucrânia: o anúncio foi feito pelo governador regional Oleh Sinyhopov, segundo o jornal Kiev Independent. Sinyhopov afirmou que uma mulher de 73 anos foi ferida no ataque à aldeia de Petropavlevka.

Podolyak: “Moscou está tentando provocar um contra-ataque iminente”

Moscou mudou suas táticas na guerra na Ucrânia e começou a mirar deliberadamente em áreas povoadas com ataques de mísseis em uma tentativa de provocar um contra-ataque apressado pelas forças de Kiev. Isto é o que dizem as autoridades ucranianas, já se passou mais de um ano desde que a Rússia invadiu a Ucrânia depois que a Rússia atingiu principalmente a infraestrutura de energia do país durante os meses frios. Mykhailo Podolak, chefe do Gabinete do Presidente ucraniano, denunciou na televisão que, segundo ele, “não há dúvida de que eles realizam ataques diretos contra casas habitadas por civis ou áreas com muitas casas pertencentes à população civil”. Ele provocou um esperado contra-ataque das forças ucranianas, uma operação que Kiev vinha planejando há algum tempo para recuperar o controle dos territórios ocupados pelos russos.

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Para o assessor de Zelensky, os últimos ataques com mísseis foram feitos para testar se a Ucrânia poderia defender seu espaço aéreo.

GB Intelligence: “A Rússia está ficando sem munição e, portanto, surgem divisões internas”

A Rússia “não tem munição suficiente para ter sucesso na ofensiva” na Ucrânia e “a falta de munição está causando divisões internas, principalmente entre o Ministério da Defesa russo e o Grupo Wagner”. É o que lemos na atualização diária de inteligência divulgada via Twitter pelo Ministério da Defesa em Londres, mais de um ano após a invasão russa da Ucrânia. A avaliação afirma em 27 de abril que “a mídia social russa associada aos militares” relatou a demissão do vice-ministro da Defesa russo, Mikhail Mizintsev, encarregado da logística militar, que foi designado para o cargo “por apenas oito meses”.

De acordo com o relatório, embora Moscou não tenha confirmado a demissão de Mizintsev, “os rumores sobre seu futuro destacam como os problemas logísticos permanecem no centro da difícil campanha da Rússia na Ucrânia”. A Rússia “continua a priorizar a mobilização de sua indústria de defesa, mas falha em responder às demandas do tempo de guerra – conclui a avaliação – enquanto os líderes políticos russos insistem em reivindicar o sucesso no campo de batalha, os profissionais de logística russos estão no meio”.

Kiev: “478 crianças foram mortas desde o início da guerra”

Desde o início da guerra, os russos mataram 478 crianças na Ucrânia. Isto foi afirmado pelo Gabinete do Procurador-Geral da Ucrânia, conforme relatado por Ukrinform. “De acordo com informações oficiais dos promotores juvenis, 478 crianças morreram e mais de 960 ficaram feridas em graus variados”, dizia a mensagem no Telegram.

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Estados Unidos: 100.000 soldados russos mortos na Ucrânia

o Estado unido Eles alegaram que a ofensiva russa no leste da Ucrânia “falhou”. Segundo o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional John Kirby, citado pela Sky News. A Casa Branca estimou 100.000 vítimas, incluindo 20.000 mortes, entre as forças russas desde dezembro. Cerca de metade dos mortos pertencia ao grupo Wagner, disse Kirby, acrescentando que a ofensiva russa em Bakhmut, na região de Donbass, no leste da Ucrânia, foi “interrompida” e “fracassada”.

CNN: “Kiev ignora a missão de paz do Vaticano”

Um funcionário do gabinete presidencial ucraniano disse à CNN que “não estava ciente” de uma missão de paz envolvendo Vaticano lutar com Rússia. “Se houver negociações, elas estão ocorrendo sem nosso conhecimento”, acrescentou a fonte. Papa Francisco que falou ontem, no voo de volta de Budapeste, a jornalistas sobre uma missão secreta de paz da Santa Sé à Ucrânia, sem dar maiores detalhes.

Bombas russas em Pavlohrad: 2 mortos e 40 feridos

O resultado do ataque com mísseis russos ontem à noite foi de dois mortos e 40 feridos Pavlogradono Oblast de Dnipro. O anúncio foi feito pelas autoridades ucranianas, citando a mídia de Kiev. Entre os feridos estavam cinco crianças, segundo o governador Serhiy Lysak.

Polónia: “A entrada de Kiev na União Europeia é uma necessidade histórica”

O presidente polonês disse ontem que a Polônia fará todos os esforços durante sua presidência do Conselho Europeu para garantir que a Ucrânia e a Moldávia entrem na União Europeia. Andrey Duda. “O primeiro-ministro Mateusz Morawiecki e eu sabemos muito bem o que significa esperar muito tempo e queremos fazer parte do Ocidente livre”, disse Duda, delineando a possibilidade de os dois países ingressarem na União Europeia.A necessidade histórica do momento».