Uma frase que soa como um aviso: “A seleção nacional deve estar no coração de todos“Palavras e música de Luciano Spalletti, o treinador italiano que parece tonificado e enérgico na conferência de imprensa antes do duplo esforço contra Malta e Inglaterra. Luciano não manda uma palavra:”Considero meus jogadores criaturas especiais e os trato como tal, mas também quero respostas especiais. “Não quero que as pessoas venham aqui à força.”. Está tudo claro? Para quem ainda não entendeu, o treinador vai além: “Eu li um livro dos All Blacks chamado: “No to Bars”. “Será um presente de Natal para os jogadores.”.
“Não quero ninguém mexendo nos fones de ouvido como um idiota.”
Faça uma pausa, respire e martele novamente: “Aqui fazemos as coisas com seriedade e estamos dispostos a fazer esses sacrifícios para obter resultados porque é isso que faz a diferença e porque dependemos disso. Quero ver pessoas que lutam com vontade em campo, e não que ficam andando com fones de ouvido como um idiota perto de Coverciano. Quem não entender esses requisitos comigo não terá possibilidade de estar no futebol. “Talvez a carreira dele continue, mas não comigo.”. Jogo, partida, partida. Luciano Spalletti está animado.
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Mariana Rodrigues é autora no Barcelos na Net, onde acompanha temas de atualidade, política, negócios, tecnologia, desporto e estilo de vida. O seu trabalho foca-se em fornecer informação clara, útil e relevante, mantendo os leitores informados sobre os assuntos que marcam o dia a dia.

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