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Inter, Skriniar ainda é capitão.  Daccalli ou Scalvini para substituí-lo

Inter, Skriniar ainda é capitão. Daccalli ou Scalvini para substituí-lo

Para já, o clube não tem intenção de retirar a braçadeira de capitão eslovaco, até porque quando Brozovic regressar, será ele quem a usará… devido à sua antiguidade. O português, ex-Milan Spring, é a opção mais quente: o Lille valoriza-o entre os 15 e os 20 milhões

Apesar da proposta de renovação do contrato com o Inter e do acordo oficial de Galtier na prática para sua transferência para o Paris Saint-Germain, Milan Skriniar continuará sendo o capitão do Inter. No Viale della Liberazione, por outro lado, eles se movem para ver se há margem para vendê-lo imediatamente aos franceses (arrecadar alguns milhões úteis para o orçamento: 15-20) e, acima de tudo, trocá-lo (imediatamente ou com vista para o verão). Scalvini é um nome sólido, mas custa caro e o Atalanta não é um clube de descontos. Então fique de olho em Thiago Djali, do Lille: ele gosta muito e não de agora em diante. Ele poderia ter sido o Nerazzurri já no verão passado se tivesse deixado o Milan (depois que Bremer foi para a Juventus…). Isso pode se tornar o caso nos próximos dias e em julho.

Banda e Profissionais

A braçadeira de capitão permanecerá no braço do eslovaco por enquanto. A direção (que de qualquer forma está muito chateada com o comportamento do jogador) e Inzaghi não quiseram arriscar um caso dividindo o vestiário ou perturbando sua calma em um momento tão delicado da temporada. Depois, há outro “especial” que empurra o clube e o treinador para evitar terremotos: quando Brozovic voltar, a braçadeira de capitão voltará para o braço do croata, que tem mais antiguidade que o Milan. E D’Ambrosio tem mais antiguidade do que Brozo. Não surpreendentemente, com Skriniar em campo e Handanović no banco, foi Danilo quem o trouxe para a partida contra o Bayern de Munique em 7 de setembro. Já Marcelo o vestiu, nas mesmas “condições” do jogo anterior, em Plzen, no dia 13 de setembro. Assim, resta apenas uma (remota) possibilidade de mudança imediata: que seja o eslovaco a abrir mão da braçadeira. É uma hipótese, mas no momento não há indícios nesse sentido. E amanhã é véspera de Inter Empoli…

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Como DJALO’

A Inter se preparava para se despedir de Skriniar desde o verão passado. Concentrando-se primeiro em Bremer e depois em uma turnê no horizonte, não na Inglaterra e na Espanha, mercados muito caros para os cofres dos Nerazzurri, mas em outras ligas. Graças à sua versatilidade (nas três defesas pode jogar em qualquer lugar, mas também joga no meio-campo), Scalvini é muito querido. A Atalanta o avalia em 40-50 milhões e não tem pressa em vendê-lo, pois sabe que o está observando na Premier League e na Alemanha (Bayern de Munique). O Inter também acompanha a situação, mas sabe que é provável que cogite mais um ‘braço’ de pé direito. Em um … menos caro. Desde a época passada, conheceu Thiago Djali, do Lille, português nascido em 2000 que vestiu a camisola do Milan Primavera durante 5 meses antes de a vender, no verão de 2019, ao clube francês por 5 milhões de euros no Liao acordo. . Pequeno Thiago dormia muito e ocupava cada vez mais espaço. Em 2021-22, 28 partidas na primeira divisão e 7 na Liga dos Campeões. A Inter testou as águas e exigiu 8-9 milhões. Muito sem a partida de Skriniar. Até porque a prioridade naqueles tempos era central: chalobats ou ackerbe, que chegavam depois. Também neste ano Dajali joga bem e continua tanto no quatro quanto no três defensivo. Sua avaliação cresceu em relação ao que era há 6 meses: agora ele custa nada menos que 15-20 milhões porque também acabou no gol do Napoli e de outros clubes. No entanto, o Inter, como Buchanan (substituto de Dumfries nomeado por um tempo), não queria ser esperado.