A Super League é tão má quanto muitos disseram? Não parece. O plano concebido não teria sido a cura para todos os males, mas certamente teria nos permitido uma subdivisão mais equivalente.
De Messi a Ronaldo – De Messi a Ronaldo houve grandes movimentações com a Argentina e os portugueses no verão, que mudaram o time e La Liga e Serie A padeciam na pobreza. Neste ponto, fica claro que o Premier está subindo ao pódio e outras equipes estão perdendo o apelo. Uma imagem clara da final da Liga dos Campeões do ano passado e do que o futuro reserva.
Passa inglês – Custo e spread britânicos, menos ou quase nada em outros lugares. Sete das equipes mais caras da Europa pertencem à Premier League. É claro e óbvio que as equipes inglesas têm mais poder de compra do que as equipes de todas as outras ligas, o que significa que uma Superliga provavelmente divide recursos mais iguais e controla o poder do campeonato nacional. Liga Premiada.
Campeonatos Nacionais de Penalidade – O campeonato nacional, portanto, está em uma forma quase patética, Liga sem Liga, Série A sem Lukaku e Ronaldo, segurando um pouco a Bundesliga, mas em breve a Holanda estará de fora.
ED I FURBONI – E os espertinhos falando sobre competitividade e mérito da Super League, o que vão falar agora? Estamos curiosos para saber o que dirão quando só houver sistemas em inglês, talvez o PSG esteja no topo, só isso.

Tiago Rodrigues é autor no Barcelos na Net, onde acompanha notícias, política, negócios, tecnologia, desporto e estilo de vida. O seu foco está na produção de conteúdos claros, atuais e relevantes, oferecendo aos leitores informação útil sobre os temas que marcam a atualidade.

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