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Sem ventilação, máscaras na escola

“Acho que o objetivo é conviver com o vírus, e conviver também significa rever e reavaliar as regras em caso de infecção pelo vírus.” Sem sintomas visíveis. Certamente espero que nos próximos dias possa haver uma diminuição do isolamento para quem for positivo e não apresentar sintomas. Então, o próximo passo eu acho que é olhar para a hipótese, no caso de positivos assintomáticos, para eliminar quarenta“. O subsecretário do Ministério da Saúde disse que Andréa Costafalando em Agorà em Rai 3 “Caso contrário, com todos esses aspectos positivos, o perigo é que inadvertidamente nos encontremos perturbando o país novamente”, acrescentou.

Regiões pagam por isolamento curto

As regiões sempre pressionaram por quarentenas mais curtas. Atualmente, a quarentena prevê pelo menos sete dias com um buffer de saída passivo, conforme exigido pela legislação atual. Nada foi comprovado, mas o Ministério da Saúde – que no momento nega uma mudança iminente de regra – avaliará a possibilidade de introduzir a nova regra – proposta pelos governadores – que permitiria sair do isolamento 48 horas após o fim dos sintomas, mas manter o swab negativo obrigatório (mas não através de um teste do-it-yourself).

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A escola – A falta de ventilação e ventilação impede o retorno às aulas sem máscaras. O uso de recursos públicos pelas escolas para atividades de desinfecção de superfícies tem sido enorme, mas a consideração das evidências científicas que exigem investimentos para melhorar a qualidade do ar tem sido limitada. Esta é uma das conclusões de uma pesquisa realizada pelo Gimbe em colaboração com a Associação Nacional de Profissionais do Ensino Médio e Público (NPC) de 312 instituições de ensino. A pesquisa também revela dificuldades no rastreamento das atividades: em um caso em cada três as autoridades de saúde locais atrasaram a execução dos procedimentos sob sua responsabilidade. 76,2% dos entrevistados relataram que receberam máscaras cirúrgicas em quantidade maior que a necessária. Para melhorar a ventilação e a ventilação do edifício, contamos principalmente com o protocolo de “janelas abertas” e, em menor grau, com equipamentos de purificação e filtragem do ar, e sistemas de ventilação mecânica controlada foram instalados em apenas 9 casos. Em 46% dos casos, não foi recebida nenhuma informação do ministério ou autoridade sanitária local sobre a disseminação do vírus por aerossóis e em dispositivos ou sistemas de ventilação de ambientes escolares. Apenas em 14,8% dos casos a informação estava relacionada a ambas as questões. “A ausência de intervenções estruturais capazes de garantir ventilação e ventilação adequadas dos edifícios – comenta Antonello Gianelli, presidente da ANP – é o verdadeiro calcanhar de Aquiles, e na sua ausência o próximo ano letivo não pode ser enfrentado sem recorrer ao ‘uso de máscaras'”.

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