Vara única da Comarca de Barcelos passa por correição

Vara única da Comarca de Barcelos passa por correição
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Cumprindo o calendário de correições ordinárias para o primeiro trimestre de 2015, o corregedor-geral de Justiça do Amazonas, desembargador Flávio Humberto Pascarelli Lopes, esteve no município de Barcelos, a 399 quilômetros de Manaus, entre o dias 19 a 22 de março. Essa é uma ação periódica da Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas (CGJ/AM), que tem a atribuição de realizar correições ordinárias nas Comarcas, Varas e Serventias Extrajudiciais do estado. 

Acompanhado do juiz auxiliar da Corregedoria, Flávio Albuquerque de Freitas, e mais dois servidores da equipe de apoio da CGJ/AM, Pascarelli inspecionou as dependências físicas do Fórum de Justiça “Antônio de Lucena Bitencourt”. Através da correição, foram analisados mais de dois mil processos digitalizados em tramitação na serventia judicial da comarca de Barcelos, entre outras atividades que irão constar no relatório final. 

Segundo o magistrado responsável pela Vara Única da comarca, Fábio Lopes Alfaia, “durante a correição as dificuldades mais evidentes se revelaram nos problemas de acesso à rede mundial de computadores, uma questão pendente em todo o interior do estado do Amazonas, além das dificuldades de acesso e de comunicação junto à capital do estado”. As dependências do fórum de justiça, um prédio antigo e tradicional da cidade, necessitam, também, de reformas para a adequação aos parâmetros exigidos nas demais unidades administrativas do mesmo porte. 

A COMARCA

O magistrado lembrou que a comarca de Barcelos é uma das mais antigas do Poder Judiciário do Amazonas, tendo sido a primeira capital administrativa do estado. “O município de Barcelos é, ainda, uma referência internacional no turismo de pesca esportiva, com grande movimentação de estrangeiros e de brasileiros de outras regiões do país”, comentou Alfaia. 

Além de um juiz, Barcelos conta com uma representante da Defensoria Pública, Laiane Tammy Abati. Fábio Alfaia disse que estão aguardando “a assunção de um representante do Ministério Público, para que todos trabalhem progressivamente para a prestação de serviços jurisdicionais dentro dos parâmetros mais modernos da Administração Pública Judiciária estadual”.

 Texto: Giselle Campello | TJAM

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