Amazonas receberá R$ 838 milhões para investir em 25 aeroportos

Do G1 AM

Parintins (Foto: Arte/G1)

O Governo Federal anunciou, nesta quinta-feira (20), investimentos da ordem de R$ 838,4 milhões para criar, estruturar e melhorar os serviços em 25 aeroportos no Amazonas. Os recursos fazem parte do "Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos”, um conjunto de medidas para melhorar a qualidade dos serviços e ampliar o acesso da população brasileira a serviços aéreo.
Na primeira fase do programa, os municípios amazonenses contemplados foram: Parintins, Maués, Itacoatiara, Nova Olinda do Norte, Borba, Codajás, Coari, Manicoré, Humaitá, Lábrea, Tefé, Carauari, Uarini, Fonte Boa, Maraã, Jutaí, Pauini, Boca do Acre, Eirunepé, Tabatinga, Amaturá, Barcelos, São Paulo de Olivença, São Gabriel da Cachoeira e Santa Isabel do Rio Negro.

Investimentos regionais
Para fortalecer e ampliar a malha de aeroportos regionais, o Governo Federal vai investir em todo o país R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais. As medidas permitirão aperfeiçoar a qualidade do serviço prestado ao passageiro, agregar novos aeroportos à rede de transporte aéreo regular, aumentar o número de rotas operadas pelas empresas aéreas.

Os investimentos previstos são da ordem de R$ 1,7 bilhão em 67 aeroportos na região Norte; R$ 2,1 bilhões em 64 aeroportos na região Nordeste; R$ 924 milhões em 31 aeroportos no Centro-Oeste; R$ 1,6 bilhão em 65 aeroportos no Sudeste; e R$ 994 milhões em 43 aeroportos na região Sul.
Entre as obras previstas estão reforma e construção de pistas, melhorias em terminais de passageiros, ampliação de pátios, revitalização de sinalizações e de pavimentos, entre outros. Os recursos virão do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac). O Banco do Brasil ficará responsável pela gestão dos projetos e dos investimentos.

Dentre os critérios para análise de relevância do aeródromo serão consideradas características como o volume de passageiros e de cargas, os voos regulares e os resultados operacionais. Além disso, serão considerados aspectos socieconômicos, o nível de acessibilidade na Amazônia Legal, o potencial turístico e de fomento da integração nacional.

Notícias Relacionadas